Empresas usam mais código aberto

Mais da metade das empresas já usa software de código aberto

Mais da metade das empresas em todo o mundo já usam software de código aberto (open source) como parte da sua estratégia de tecnologia da informação. A constatação é de um estudo do Gartner realizado com 547 líderes de TI de grandes companhias em 11 países.

Cerca de um terço dos entrevistados aponta a flexibilidade, o aumento da inovação, prazos mais curtos de desenvolvimento e processos mais rápidos de contratação como as principais razões para o investimento em open source.

A pesquisa aponta ainda que apenas 22% dos gestores de TI estão adotando software de código aberto de forma consistente em todos os departamentos de suas companhiaa, enquanto 46% usam software open source em projetos e departamentos específicos.

Extraido de http://www.tiinside.com.br/08/02/2011/mais-da-metade-das-empresas-ja-usa-software-de-codigo-aberto/ti/213219/news.aspx

Área de TI precisa de profissionais

Profissões na área de exatas estão entre as mais requisitadas no Brasil

Na área de TI, o Brasil precisa, hoje, de 570 mil profissionais, mas só tem 500 mil vagas preenchidas. Entre as dez profissões com maior aumento salarial em 2010, oito são especialidades da engenharia.

Se é difícil encontrar alguém, imagine ter que encontrar três mil. “A nossa meta para 2011 é contratar mais de três mil pessoas. Acho que o crescimento que a gente está experimentando, o aquecimento do mercado brasileiro por profissionais de TI, tem trazido sim pras empresas um desafio enorme de contratação e retenção de talentos, inédito eu diria, em relação a anos anteriores”, diz o diretor de RH da Accenture, Lauro Chacon.

Na área de tecnologia da informação, o Brasil precisa, hoje, de 570 mil profissionais. Mas só tem 500 mil vagas preenchidas. Faltam 70 mil pessoas capacitadas pra trabalhar.

“O Brasil tem os salários mais altos do mundo em tecnologia da informação porque temos escassez de mão de obra e quando tem escassez, óbvio, você paga mais pra ter o profissional”, fala o presidente da Brasscom, Antônio Gil.

Nas indústrias, o país precisa de, aproximadamente, 70 mil novos engenheiros por ano. Mas só forma 38 mil. Déficit de 32 mil engenheiros a cada ano que passa.

Também na área, a disputa pela mão-de-obra escassa turbina os salários. Entre as dez profissões com maior aumento salarial em 2010, oito são especialidades da engenharia.

A falta de trabalhadores preparados deve aumentar. O Brasil tem muito que fazer nos próximos anos: exploração do petróleo do pré-sal, Olimpíadas no Rio, Copa do Mundo…

O local onde vai ser construído o estádio do Corinthians, sede paulista da Copa, a obra nem começou. Agora, se já falta mão de obra hoje, onde conseguir gente pra trabalhar nesses projetos todos?

“Esse é um grande desafio e ele pode se transformar num constrangimento para o Brasil realizar tudo que pretende há um risco de que nós vamos chegar lá com uma carência de qualidade de profissionais para poder resolver os problemas”, explica o professor de relações de trabalho da Fea-Usp, José Pastore.

Em tecnologia da informação, por exemplo, a falta de profissionais deve dobrar daqui a dois anos.

“Para haver uma expansão da economia com mais postos de trabalho, vai precisar de mais mão de obra, se a maioria, quase toda sua totalidade está empregada, você tem que buscar novas fontes de mão de obra ou alternativas ao uso da mão de obra”, avisa o professor de economia da FGV-SP, André Portela.

Alternativas que as empresas estão buscando desde já. Como uma fábrica de chapas de alumínio no interior de São Paulo.

Num primeiro momento, a solução pareceu pouco convencional. Quando os novos funcionários chegaram, chamaram a atenção dos antigos. Talvez porque os antigos tenham se sentido meio novos perto deles.

Senhores de 60 e poucos anos, aposentados, chamados pra comandar a ampliação da indústria. “O nosso grupo é o Jurassic Team”, fala o gerente de suprimentos, Salvador Paiva.

Com a produção a mil, a empresa decidiu investir 300 milhões de dólares pra fabricar mais chapas de alumínio. Mas não encontrava quem pudesse tocar o projeto. Aí, foi atrás desses velhos conhecidos.

“Evidente que pessoas de alto nível técnico, pessoas que de alguma maneira continuavam no mercado ou dando consultoria ou trabalhando em pequenos projetos e hoje nós temos um grupo grande liderando este projeto e com grande sucesso”, diz o diretor da RH da Novellis, Otto Silva.

“Eles são obrigados a apelar pros velhinhos, então estamos todos aqui”, explica Salvador.

“Agora sentimos um prazer enorme de estar repassando essa experiência e conhecimento para os nossos colegas que vem atrás da gente”, fala o gerente Darcio Allegretti.

A indústria ainda tinha uma vaga pra área financeira e não achava o profissional ideal. Trouxe um alemão que trabalhava na filial americana e ele teve que aprender logo o português básico.

“Uma caipirinha, com certeza ajuda”, diz o gerente de planejamento financeiro e estratégico da Novellis, Marco Trauss.

“A gente não consegue sem algum tipo de alternativa, importação de mão de obra, investir na qualificação de mão de obra que já estão nas empresas ou contratar pessoas que estavam aposentadas e trazê-las de volta pro mercado de trabalho, sem essas três possibilidades, a gente não consegue atender essa exigência de mão de obra que a gente vai verificar no Brasil nos próximos quatro, cinco anos”, fala o economista-chefe da Ica Consultoria, Bráulio Borges.

E do que o Brasil mais vai precisar? Entidades de classe e especialistas ouvidos pelo Jornal da Globo apontaram alguns profissionais que devem ser disputados pelas empresas nos próximos anos:

Agrônomo
Engenheiro civil
De petróleo
Naval
De minas
Analista de sistemas
Gerente de projetos de tecnologia da informação
Engenheiro de software
Técnico ferramenteiro
Técnico em eletrônica
Técnico em logística
Técnico, guia, gerente e outros profissionais em turismo
Contador

Quem seguir essas carreiras terá emprego fácil?

“A chance é altíssima, é claro que ele tem que se mostrar um profissional competente. Quem quiser investir numa carreira de exatas, tem uma carreira bastante promissora nos próximos anos aí no Brasil”, fala Bráulio Borges.

“A empresa não quer só o prêmio Nobel, o PHD, ela quer também o técnico, o tecnólogo e esses profissionais são formados nas escolas de ensino médio”, fala José Pastore.

 

Veja o vídeo da matéria em: http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2011/02/profissoes-na-area-de-exatas-estao-entre-mais-requisitadas-no-brasil.html

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10 passos para aumentar a produtividade

Os segredos das grandes realizações na Web – 10 passos para aumentar a produtividade

As vezes nem sempre dá para manter um ritmo acelerado, mas sempre dá de fazer bem feito e melhor, então aproveite as dicas abaixo que eu utilizo no meu dia a dia.

  1. Cancele as questões desnecessárias, identifique as urgência e prioridades.
  2. Tenha foco. É fácil se distrair, quando não o tem. Defina as metas do dia de amanhã. Defina Urgências e Prioridades, e faça!
  3. Para vencer a procrastinação, faça o que te incomoda no primeiro período do dia, deixar para o final do dia só fará você acumular tarefas.
  4. Agende tarefas para os momentos que você se sente com mais vontade, mais “ligado”.
  5. Reserve pequenos espaços de tempo durante o dia para relaxar, só que não deixe que o tempo acumulado seja maior do que o necessário para concluir a tarefa.
  6. Comece e termine. Não se distraia, conclua a tarefa, para outras questões tem o resto do tempo que sobrar ao concluir as tarefas.
  7. Seja pró-ativo com a velocidade. Ande mais rápido, fale mais rápido (com clareza), digite mais rápido, pense mais rápido.
  8. Acabe com a procrastinação ao agir imediatamente e resolver de forma inteligente os problemas.
  9. Conte 60 segundos antes de tomar decisões, avalie se você já verificou tudo e que aquilo realmente é um problema ou se é apenas um descuido seu.
  10. Comprometa-se com suas metas, e lembre-se trabalho em equipe é concluir a sua tarefa e não acumular tarefas para os outros.

Usar o tempo de forma inteligente é eficaz é significativo para o projeto. É uma questão de adaptação, comece hoje a treinar e logo você estará usando melhor seu tempo, fazendo mais, produzindo mais e conquistando mais.

Extraido de http://www.profissionaisti.com.br/2011/02/os-segredos-das-grandes-realizacoes-na-web-10-passos-para-aumentar-a-produtividade/

Falta de profissionais de TI

Governo quer censo para analisar falta de profissionais de TI.

Levantamento do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior é para evitar um possível apagão de mão de obra na área.

Para medir a carência de mão de obra qualificada no Brasil, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) deverá fazer um censo dos profissionais da área tecnológica em todo o país. Ainda não há previsão para que os trabalhos se iniciem, mas fontes do ministério informaram à Agência Brasil que a ideia está em estudo.

A sugestão partiu do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea). Na última terça-feira (25), o presidente do órgão, Marcos Túlio de Melo, e o secretário de Comércio e Serviços do MDIC, Humberto Ribeiro, discutiram a necessidade de realizar o levantamento.

De acordo com o presidente do Confea, o censo é essencial para que um apagão de mão de obra qualificada não comprometa o crescimento do país no médio e no longo prazo. “Essa seria apenas a primeira de uma série de medidas necessárias para evitar um gargalo no mercado de trabalho e nos investimentos em infraestrutura, como os Jogos Olímpicos, a Copa do Mundo e a exploração do pré-sal”, ressalta.

Para Melo, o conhecimento da capacidade efetiva dos engenheiros e dos profissionais em tecnologia formados no país permitiria o desenvolvimento de políticas precisas para o setor. “Temos de saber onde esses profissionais estão, se trabalham nas áreas em que se formaram, têm domínio de língua estrangeira e estão dispostos a se habilitarem”, afirma. “O conhecimento desse potencial viabiliza políticas concretas para oferecer atualizações profissionais”.

Numa segunda etapa, explica Melo, o censo serviria de base para a criação de cursos de capacitação por universidades e grandes empresas. Ele, no entanto, admite que, no curto e no médio prazo, parte das vagas terá de ser ocupada por profissionais do exterior porque o país não terá como suprir as carências de imediato. “De 2006 para cá, dobrou o número de engenheiros formados no Brasil, mas essa mão de obra não é especializada. A demanda é qualitativa, não quantitativa”.

O presidente do Confea diz estar disposto a acordos que acelerem a entrada de mão de obra estrangeira, desde que haja reciprocidade e profissionais brasileiros possam trabalhar em empresas dos países desenvolvidos no futuro. “Se realmente houver necessidade de entrada de mão de obra estrangeiros, que eles atuem legalmente no País e sejam registrados nos conselhos profissionais, mas a Europa e os Estados Unidos precisam abrir o mercado de trabalho para nós quando se recuperarem da crise econômica”.

Segundo o Confea, o número de pedidos de registro de profissionais diplomados no exterior triplicou em 2010, de 115 processos anuais para cerca de 400. A fila de espera inclui engenheiros e arquitetos dos seguintes países: Estados Unidos, Espanha, Itália, Portugal, Inglaterra, Chile e Argentina.

A realização do censo envolverá a articulação de diversos setores do governo. Além do MDIC, que conduzirá os trabalhos, o Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro) cuidará da certificação dos profissionais, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) desenvolverá a metodologia de pesquisa e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) contribuirá com estudos já realizados.

*Com Agência Brasil

Fonte:
http://idgnow.uol.com.br/mercado/2011/01/31/governo-quer-censo-para-analisar-falta-de-profissionais-de-ti/